A secretária de Saúde de Mpumalanga, Sasekani Manzini, pediu colaboração com Moçambique e Essuatíni para combater um surto de malária que causou quatro mortes e 858 casos desde o início do ano. A província marcou o Dia Mundial da Malária em Nkomazi, onde as recentes inundações impulsionaram a proliferação de mosquitos. As autoridades observam que muitos casos são importados de além-fronteiras.
A província de Mpumalanga registrou 858 casos de malária e quatro mortes desde janeiro, com Nkomazi — a leste de Malelane e na fronteira com Moçambique e Essuatíni — entre as áreas mais atingidas. A secretária de Saúde, Sasekani Manzini, afirmou que as inundações devastadoras de janeiro, seguidas por outras recentes, criaram condições ideais para a reprodução de mosquitos.
A província realizou as comemorações do Dia Mundial da Malária em KwaMhlushwa, dentro do Município Local de Nkomazi, enfatizando os esforços para acelerar a eliminação da malária. Manzini destacou a necessidade de cooperação transfronteiriça, dizendo: “Temos programas – vocês veem que agora estamos aqui em Nkomazi porque fazemos fronteira com Moçambique e Essuatíni, é assim que sabemos que nossos casos vêm de fora do país. E registramos quatro mortes – essas mortes são de pessoas com histórico de viagem para fora do país, por isso é importante trabalharmos em conjunto com os países vizinhos.”
A província de Gauteng registrou 141 casos confirmados de malária e 11 mortes no mesmo período, de acordo com relatórios provinciais.