Malária
Cientistas identificam uma reação semelhante a um combustível de foguete que impulsiona cristais de ferro giratórios dentro dos parasitas da malária
Reportado por IA Imagem gerada por IA Verificado
Pesquisadores da Universidade de Utah relatam que os cristais de hemozoína ricos em ferro dentro do Plasmodium falciparum, parasita da malária, movem-se através do compartimento digestivo do parasita porque as reações envolvendo peróxido de hidrogênio na superfície do cristal geram propulsão química. O trabalho, publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences, vincula um fenômeno observado há muito tempo à química do peróxido e pode indicar novas estratégias de medicamentos antimaláricos e ideias para dispositivos projetados em micro e nanoescala.
Investigadores descobriram uma proteína chamada Aurora-related kinase 1 (ARK1), vital para a divisão celular do parasita da malária. A desativação da ARK1 em experiências deteve a capacidade do parasita de se replicar tanto em hospedeiros humanos como em mosquitos. A descoberta, publicada na Nature Communications, destaca um potencial alvo para novos fármacos antimaláricos.
Reportado por IA
The health bureau of central Ethiopia reports a significant decrease in malaria and sudden health risks in the region. This outcome is based on a performance assessment of the first six months of the 2018 budget year.