O vereador do ANC, Sicelo Mleve, foi morto a tiros em seu escritório em Zwide, Gqeberha, no dia 20 de junho. O crime, o terceiro contra um vereador em Nelson Mandela Bay neste mandato, provocou novas exigências por melhorias na segurança dos escritórios distritais antes das eleições locais de 4 de novembro.
Dois suspeitos armados não identificados invadiram o escritório de Mleve durante uma reunião com cerca de 10 pessoas. Eles exigiram celulares, perguntaram pelo vereador pelo nome e dispararam várias vezes contra ele antes de fugir. A polícia do Cabo Oriental iniciou uma caçada aos suspeitos.
A prefeita de Nelson Mandela Bay, Babalwa Lobishe, afirmou que Mleve já havia recebido ameaças e estava sob proteção municipal em 2024, mas não estava protegido no momento do ataque. Ela o descreveu como um membro dedicado do ANC que ascendeu através das estruturas da juventude.
O secretário regional do ANC, Siphiwo Tshaka, disse que os atiradores tinham Mleve como alvo direto. O partido Economic Freedom Fighters expressou choque com o alto índice de criminalidade e pediu medidas urgentes.
O assassinato, em um episódio separado, da candidata a vereadora do DA, Sinovuyo Dyokwe, em Dunoon, Cidade do Cabo, em 19 de junho, aumentou as preocupações com a violência política durante o período eleitoral.