A Federação Sul-Africana de Sindicatos solicitou uma investigação transparente sobre o assassinato do ativista Mokoena Letsie, ocorrido durante o seu funeral em Potchefstroom, em 6 de junho.
Zwelinzima Vavi, secretário-geral da Federação Sul-Africana de Sindicatos, discursou no funeral e pediu que o caso fosse tratado pela Equipe de Tarefa de Crimes Políticos. Ele observou que a morte de Letsie ocorreu após o recente tiroteio contra outro ativista, Thato Molosankwe, e destacou o silenciamento daqueles que lutam contra a corrupção e a injustiça. Os presentes reuniram-se para homenagear Letsie, de 44 anos, que trabalhava contra a falta de moradia e pressionava por melhores serviços em assentamentos informais. Oradores, incluindo Maulana Lachporia e Bongani Jonas, elogiaram seu compromisso com a responsabilidade e o bem-estar da comunidade. Letsie deixa a esposa e seis filhos. Sua filha, Sebabatso, afirmou que a família está com o coração partido, mas pediu foco no legado de seu trabalho. A polícia declarou que as investigações sobre o assassinato continuam em andamento.