O Congresso de Líderes Tradicionais da África do Sul está solicitando uma investigação policial sobre denúncias de que alguns diretores de escolas de iniciação instruíram funcionários a impedir o acesso de médicos aos iniciados.
O presidente do CONTRALESA, Kgoshi Mokoena, afirmou que as alegações apontam para instruções dadas aos diretores de escolas para que não permitissem a entrada de médicos. Ele disse: “Estamos nessa confusão por causa dessa mensagem. Esperamos apenas que a polícia investigue essas alegações e, se forem verdadeiras, a lei deve seguir seu curso. Não podemos perder tantas crianças inocentes por causa de alguém que quer satisfazer seu ego.”
Mais de 40 iniciados morreram em toda a África do Sul este ano. Dezenas de outros foram hospitalizados ou resgatados de escolas ilegais, levando as autoridades a fechar vários desses locais.
A organização enfatizou que nenhum costume deve bloquear cuidados médicos que salvam vidas e que os responsáveis devem enfrentar a lei caso as alegações se provem verdadeiras.