A Protetora Pública constatou que os Departamentos de Saúde e Infraestrutura de Gauteng falharam em agir com urgência após o incêndio de 2021 no Hospital Charlotte Maxeke. Os atrasos impediram a restauração de serviços de saúde essenciais. A advogada Kholeka Gxaleka descreveu a conduta como inadequada e solicitou auditorias de estilo de vida.
O relatório, divulgado em 22 de maio de 2026, destaca uma falta de coordenação entre os dois departamentos. Gxaleka observou um padrão recorrente de conflitos burocráticos que levaram ao uso ineficiente de recursos públicos. A Protetora Pública recomendou que o Primeiro-Ministro de Gauteng estenda as auditorias contínuas de risco e de estilo de vida aos funcionários que lidam com a cadeia de suprimentos e a gestão financeira. Os resultados devem ser relatados ao Departamento de Serviço Público e Administração. Gxaleka também solicitou medidas para garantir uma governança limpa e aberta na província. As conclusões concentram-se apenas nas falhas de resposta pós-incêndio no hospital.