O Tesouro Nacional bloqueou o pagamento da cota-parte equitativa de julho da Nelson Mandela Bay Metro. A transferência de 500 milhões de rands foi interrompida, juntamente com pagamentos a outros 59 municípios, para reforçar a disciplina fiscal.
Na terça-feira, o Tesouro Nacional anunciou a decisão, citando a persistente não conformidade com a Lei de Gestão de Finanças Municipais, apesar do apoio prévio. Nelson Mandela Bay apresenta o maior índice de despesas não autorizadas, irregulares, infrutíferas e desnecessárias do país. Politicos da região metropolitana responderam com acusações mútuas. O vereador do ACDP, Lance Grootboom, condenou a coalizão liderada pelo ANC por proteger funcionários e esconder 1,1 bilhão de rands em arquivos de investigação do Comitê de Contas Públicas Municipais. O vice-prefeito executivo, Gary van Niekerk, culpou a prefeita Babalwa Lobishe por distração e inércia. O presidente do MPAC, Luxolo Namette, afirmou que os funcionários falharam em enviar os relatórios exigidos. O vereador do DA, Brendon Pegram, expressou preocupação com os impactos na prestação de serviços, ao mesmo tempo em que observou que a intervenção não foi surpreendente. O município declarou que responderá no momento oportuno. O Tesouro descreveu a medida como corretiva e de curto prazo. Os fundos serão retomados assim que os municípios apresentarem planos que demonstrem uma redução de pelo menos 25% nos gastos irregulares até 30 de setembro.