A seção de viagens do The New York Times mantém uma política rígida contra a aceitação de pacotes de viagem gratuitos ou viagens de imprensa. Os repórteres pagam suas próprias despesas, ou melhor, o jornal o faz, para garantir uma cobertura imparcial e experiências autênticas para os leitores.
Essa abordagem significa que jornalistas como Sarah Lyall cobrem todas as despesas por conta própria ao avaliar serviços como os voos transatlânticos ultra-premium da Air France. Em um caso recente, ela recebeu um traslado com motorista para o aeroporto e uma cabine privativa com quatro janelas, mas ainda assim enviou uma conta de US$ 11.000, que o jornal pagou integralmente.