Presidents Trump and Petro shake hands in the Oval Office during talks on trade, security, and drugs.
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Encontro de Petro e Trump em Washington aborda comércio e segurança

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Os presidentes Gustavo Petro da Colômbia e Donald Trump dos Estados Unidos se reuniram em 2 de março de 2026 na Casa Branca para discutir questões-chave como comércio bilateral, segurança nas fronteiras e a guerra contra as drogas. A sessão de duas horas no Salão Oval aliviou tensões anteriores entre os líderes ideologicamente opostos. Petro destacou a mediação de Trump nas relações comerciais com o Equador e possíveis acordos energéticos com a Venezuela.

O encontro entre os presidentes Gustavo Petro e Donald Trump ocorreu em 2 de março de 2026 na Casa Branca, em Washington, marcando o primeiro encontro bilateral entre os dois líderes. A delegação colombiana incluiu o embaixador Daniel García-Peña, a ministra das Relações Exteriores Laura Sarabia e o ministro da Defesa Pedro Sánchez, enquanto o lado dos EUA contou com o secretário de Estado Marco Rubio, o vice-presidente JD Vance e o senador Bernie Moreno.  nnA agenda cobriu vários temas urgentes. No comércio, abordaram o intercâmbio bilateral no valor de quase US$30 bilhões anuais, bem como tensões com o Equador decorrentes de uma tarifa de 30% sobre importações colombianas. Em entrevista à Caracol Radio, Petro revelou que Trump atuará como intermediário com o presidente equatoriano Daniel Noboa para melhorar essas relações. «Trump vai ligar para Daniel Noboa para mediar as relações entre Colômbia e Equador», afirmou Petro.  nnOutros tópicos incluíram a segurança nas fronteiras com a Venezuela, onde se discutiu colaboração em inteligência e militar para transformar Catatumbo em zona agroindustrial em vez de cultivo de coca. Ambos os países acordaram perseguir líderes do ELN em território venezuelano. Exploraram também uma troca energética: petróleo e gás colombianos por energia limpa venezuelana.  nnNa guerra contra as drogas, Trump exigiu conter a produção de cocaína, que bateu recordes no governo de Petro. A Colômbia extraditou Andrés Felipe Marín Silva, alias Pipe Tuluá, horas antes, acusado de tráfico de cocaína. Petro busca retirar a Colômbia da lista negra por falta de cooperação em drogas e levantar sanções da OFAC contra ele e sua família; Trump disse que está trabalhando nisso.  nnAs relações azedaram desde o retorno de Trump em janeiro de 2025, com acusações mútuas, ameaças de tarifas e cancelamento do visto de Petro após protesto em Nova York. No entanto, Trump mudou sua visão de Petro de «doente» para «excelente». «Um pacto não se faz entre gêmeos; faz-se entre pessoas que discordam, mas podem encontrar caminhos para a fraternidade humana», declarou Petro. Trump inscreveu em seu livro 'The Art of the Deal': «You are great».  nnEspecialistas como James Bosworth notaram que Petro evitou confrontos públicos, similar a reuniões anteriores com Zelensky ou Ramaphosa. Andrés Rugeles enfatizou que a Colômbia deve demonstrar ações concretas para cumprir os acordos. Historicamente, houve cerca de 27 encontros presidenciais entre os dois países desde 2000, com Petro visitando Joe Biden em 2023.

O que as pessoas estão dizendo

As reações no X ao encontro Petro-Trump estão divididas por linhas políticas. Críticos zombam de Petro por aceitar um boné MAGA assinado, vendo-o como submissão irônica dada sua postura anti-EUA passada. Partidários elogiam o diálogo construtivo sobre comércio, segurança, drogas e sanções, citando os comentários positivos de Trump. Jornalistas destacam a cobertura da mídia e possíveis melhorias bilaterais.

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