O presidente Gustavo Petro defendeu a transição da Colômbia para as energias limpas, afirmando que os contratos de exploração de petróleo da última década não encontraram grandes quantidades de petróleo. Ele insistiu na redução da taxa de juros real para impulsionar a economia. Ele destacou avanços como investimentos em subestações solares e exportações potenciais.
Em uma postagem em sua conta no X, o presidente Gustavo Petro afirmou que "não se encontrou grande quantidade de petróleo com os contratos da última década". Ele criticou o fracking por seu uso intenso de água, chamando-a de "gran riqueza nacional" da Colômbia, e observou o declínio da demanda internacional de carvão desde 2015, quando as exportações de hidrocarbonetos começaram a cair. Apesar dos avisos sobre a queda na produção de petróleo em janeiro - 3% em relação ao ano anterior, para 746.400 barris diários -, do aumento das compras externas de gás e gasolina e dos alertas da Contraloría e da Campetrol, Petro destacou os sucessos na transição energética. Ele disse que a matriz energética é "casi 100% limpia" e deve se manter durante as secas. A Ecopetrol deve investir decisivamente em redes de IA, incluindo o mega data center de Santa Marta, fibra ótica potente e geração de energia limpa ampliada. A ISA renovou as subestações da costa atlântica com mais de US$ 1.000 milhões para energia solar em larga escala, permitindo exportações para o Panamá e a Venezuela. As tarifas de energia caíram, aproximando-se de um modelo semelhante para a água potável. Petro alertou que as pressões sobre a ISA, a Internexa e a Ecopetrol têm como objetivo voltar ao "velho modelo fóssil", um "desastre" para a água e a sustentabilidade nacional. Ele pediu novamente a redução da taxa de juros real por meio do Banco de la República para acelerar a produção e melhorar o equilíbrio fiscal.