No filme Piratas do Caribe, o capitão Jack Sparrow e Will Turner usam um barco a remos virado para caminhar pelo fundo do mar enquanto respiram ar preso. Essa fuga dramática de Port Royal levanta uma questão chave: tal façanha é fisicamente possível? Especialistas exploram a ciência por trás da cena.
A sequência icônica do primeiro filme Piratas do Caribe retrata o capitão Jack Sparrow e Will Turner fugindo de Port Royal caminhando debaixo d'água para alcançar um navio ancorado. Eles conseguem isso virando um barco a remos de cabeça para baixo para capturar um bolso de ar, permitindo que respirem enquanto caminham pelo fundo do mar.
Esse método, embora visualmente impressionante, atrai escrutínio de entusiastas da física. A técnica depende do casco do barco prendendo ar contra a pressão da água, mas manter um suprimento estável de ar em profundidade depende de fatores como tamanho do barco, profundidade da água e diferenças de pressão. À medida que os personagens se movem, eles devem manter a cabeça dentro da bolha de ar, que pode se deslocar ou diminuir sob o peso da coluna d'água.
Publicada no final de 2025, a análise destaca a mistura de estilo cinematográfico e forças do mundo real em ação. Enfatiza como os filmes frequentemente dobram a física para fins narrativos, mas cenas assim podem despertar curiosidade genuína sobre flutuabilidade, pressão e limites humanos subaquáticos. Não há detalhes de tentativas no mundo real, mas o conceito deriva de princípios básicos de deslocamento de ar e submersão.