Political handshake between PP and Vox sealing Aragón government deal with national priority clause.
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PP e Vox selam pacto em Aragão com prioridade nacional

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O PP e o Vox da Espanha selaram um acordo na quarta-feira para investir Jorge Azcón como presidente de Aragão, permitindo a entrada do partido de extrema-direita no governo com uma vice-presidência e três ministérios. O acordo inclui a 'prioridade nacional' para o acesso a auxílios públicos, espelhando a Extremadura, onde María Guardiola foi investida presidente. Enquanto isso, o líder do PP, Alberto Núñez Feijóo, pressiona por uma maioria absoluta para Juanma Moreno na Andaluzia, sem depender do Vox.

O PP e o Vox da Espanha anunciaram em 22 de abril de 2026 um acordo após 73 dias de negociações, desbloqueando a governabilidade de Aragão. O Vox obterá uma vice-presidência, os ministérios de Agricultura, Pecuária e Alimentação; Meio Ambiente e Turismo; e Política Social e Família, além da vice-presidência das Cortes e um senador autonômico. O líder do PP, Jorge Azcón, será investido na próxima semana para seu segundo mandato.

O acordo promove a 'prioridade nacional' para auxílios públicos, a 'rejeição frontal' à política de imigração do governo central e um plano de repatriação para a imigração ilegal. Azcón enfatizou que o acordo cumprirá a lei, com base em raízes, registro e residência legal. O líder do Vox em Aragão, Alejandro Nolasco, apoiou critérios mais rígidos para auxílios sociais.

Na Extremadura, María Guardiola, do PP, foi investida presidente no mesmo dia por meio de um pacto semelhante com o Vox, onde seu porta-voz, Óscar Fernández Calle, declarou: “Podemos colocar os espanhóis em primeiro lugar”. Feijóo, em um evento em Lepe (Huelva), elogiou Juanma Moreno como um presidente de 'primeira classe' e insistiu na busca por uma maioria absoluta nas eleições de 17 de maio na Andaluzia, sem o Vox: “Alcançar um governo estável aqui será mais um passo em direção a um governo estável em toda a Espanha”.

A secretária-geral do PSOE, Pilar Alegría, criticou o acordo de Aragão como uma 'divisão de cadeiras' que gera 'instabilidade e incerteza', afirmando que Azcón 'convocou eleições antecipadas por autonomia e estabilidade e perdeu ambas'.

O que as pessoas estão dizendo

As reações no X ao pacto de governo PP-Vox em Aragão estão divididas: a mídia e os usuários de direita celebram o acordo como histórico, destacando a 'prioridade nacional' e a vice-presidência do Vox com três ministérios; contas de esquerda criticam o pacto como uma imposição de extrema-direita e de políticas regressivas; jornalistas observam as críticas do Vox à liderança do PP, apesar do acordo, o que reflete algum ceticismo quanto à estabilidade.

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