A Universidade de Princeton voltará a utilizar fiscais humanos em exames a partir de 1º de julho para lidar com preocupações sobre fraudes envolvendo ferramentas de IA generativa. A medida reverte uma política de 133 anos que se baseava exclusivamente em um código de honra sem supervisão. Professores e alunos solicitaram a mudança após pesquisas mostrarem um aumento no uso indevido de IA em dispositivos pessoais.
O Comitê de Exames e Assuntos Acadêmicos da universidade votou unanimemente em abril pela reintegração da fiscalização. Agora, os instrutores supervisionarão as provas e relatarão violações ao comitê de honra, que é gerido pelos estudantes. A mudança na política entra em vigor para todos os exames realizados após 1º de julho de 2026.