A polícia sul-africana prendeu um segundo suspeito na investigação em curso sobre o assassinato em dezembro de 2025 de DJ Warras, nacional moçambicano de 25 anos e figura do entretenimento encontrado baleado em um assentamento informal perto de Joanesburgo. O suspeito enfrenta acusações de assassinato e imigração ilegal, com audiência no tribunal na segunda-feira — após a negação de fiança ao primeiro suspeito no início desta semana.
O assassinato de DJ Warras, nome real Warrick Stock, ocorreu em 16 de dezembro de 2025, quando ele foi baleado por agressores logo após estacionar seu veículo no CBD de Joanesburgo. Prisões iniciais de dois suspeitos foram feitas dias depois, com investigações ligando o caso a problemas mais amplos nos setores de entretenimento e segurança privada. Na noite de sábado, a Unidade Provincial de Investigação de Crimes Graves e Violentos da polícia de Gauteng, com Inteligência Criminal e Polícia Metropolitana de Ekurhuleni, prendeu um nacional moçambicano de 25 anos ilegal no país durante uma operação direcionada no assentamento informal Marathon em Primrose. A brigadiera Brenda Muridili, porta-voz da polícia de Gauteng, confirmou: “Uma unidade especial de investigação... prendeu um nacional moçambicano que é ilegal no país e o suspeito foi detido.” O segundo suspeito comparecerá ao tribunal de magistrados na segunda-feira, acusado de assassinato e violação da Lei de Imigração. Isso segue a rejeição de fiança para o primeiro suspeito, Victor Mthethowakhe Majola, que retorna ao tribunal em 11 de fevereiro de 2026. A polícia descartou rumores de um terceiro suspeito baleado e morto. O comissário provincial de Gauteng, tenente-general Tommy Mthombeni, afirmou: “A questão de alguém ter sido baleado e morto... não é informação que eu tenho.” As autoridades continuam investigando pistas, enquanto a família de DJ Warras recusou comentários em meio à sua angústia. Coberturas anteriores detalharam as prisões iniciais e o funeral.