No quinto aniversário do motim no Capitólio em 6 de janeiro, democratas do Senado apresentaram dois projetos de lei para impedir que dinheiro dos contribuintes financie compensações ou acordos para amotinadores condenados. Patrocinados pelo Sen. Alex Padilla, as medidas visam responsabilizar os insurrecionistas em meio aos perdões do presidente Trump. É uma jogada ousada para proteger fundos públicos e homenagear os oficiais defensores.
Queridos, peguem a pipoca porque o chá está fervendo nessa disputa política! Terça-feira, marcando cinco anos desde que aquela multidão caótica de apoiadores de Trump invadiu o Capitólio para virar a eleição de 2020, democratas do Senado lançaram dois projetos de lei mais rápido do que se diz 'insurreição'. Primeiro: proibição de qualquer fundo de compensação para aqueles encrenqueiros do 6 de janeiro. E o segundo? A atrevidamente nomeada 'Lei Sem Acordos para Agressores de Policiais do 6 de Janeiro', que fecha a porta para dólares de impostos federais pagarem acordos civis para amotinadores condenados por agredir policiais. 🔥
Liderando a carga está o democrata da Califórnia Sen. Alex Padilla, vice-presidente do Comitê de Regras do Senado. 'Esta legislação responsabilizaria esses amotinadores e protegeria os contribuintes encerrando a tentativa insensível de Donald Trump de reescrever a história', disse Padilla à CBS News. Ele não parou por aí: 'Esses insurrecionistas deveriam ainda estar cumprindo suas sentenças e pagando multas pelos danos causados ao Capitólio — não recebendo reembolsos ou recompensas em dinheiro da Administração Trump.' Solta o chá! 👀
Mas espere, o drama engrossa. A administração de Trump já liberou um acordo de US$ 5 milhões para a família de Ashli Babbitt, baleada ao tentar invadir o lobby da presidente da Câmara. Enquanto isso, o advogado Mark McCloskey está aí defendendo 'prisioneiros políticos do J6' e pressionando por resolução de reivindicações. Bagunça total?
Jogando sal na ferida: aquela placa obrigatória homenageando heróis da Polícia do Capitólio? Ainda não instalada, apesar de lei de 2022 e prazo de 2024. Democratas estão fazendo versões improvisadas fora de seus escritórios, lendo: 'Em nome de um Congresso grato, esta placa homenageia os indivíduos extraordinários que bravamente protegeram e defenderam este símbolo da democracia em 6 de jan. de 2021. Seu heroísmo nunca será esquecido.' Presidente da Câmara Mike Johnson? Silêncio sobre a inauguração. Oficiais Harry Dunn e Daniel Hodges processaram, denunciando: 'Ao se recusar a seguir a lei... o Congresso incentiva essa reescrita da história.' Equipe de Johnson chama a lei de 'não implementável.' Facepalm. 🙄
Em uma nação gritando 'Apoie os Azuis', por que essa sombra sobre esses oficiais? É a memória seletiva do GOP, ou apenas mais caos no Capitólio? Fiquem ligados — a reescrita da história pode ter uma reviravolta.