Após a decisão da Secretaria de Educação Pública de encerrar o ano letivo de 2025-2026 em 5 de junho, a presidente Claudia Sheinbaum defendeu a medida, enquanto sindicatos e pais levantaram objeções relacionadas a greves, calendários e exigências legais.
Em 8 de maio, o secretário Mario Delgado confirmou que as aulas do ensino básico e médio em todo o país terminarão em 5 de junho, com as atividades administrativas sendo encerradas em 12 de junho. O ano letivo seguinte terá início em 31 de agosto, após sessões de reforço entre 17 e 28 de agosto.
A presidente Claudia Sheinbaum afirmou que a mudança no calendário resultou de reuniões com secretários estaduais de educação e contribuições de professores, enfatizando que nenhuma hora de aula seria perdida. Críticos, incluindo a Coordenação Nacional dos Trabalhadores da Educação, acusaram a SEP de antecipar o cronograma para evitar uma greve nacional durante a Copa do Mundo de 2026. A Seção 22 de Oaxaca planeja manter seu próprio cronograma e encerrar as aulas em 7 de julho.
Organizações de pais e escolas particulares rejeitaram o ajuste, classificando-o como um erro grave que pode violar o mínimo de 185 dias letivos estabelecido pela Lei Geral da Educação.