Sheinbaum reconhece acordo com PT e PVEM sobre o Plano B eleitoral

A presidente Claudia Sheinbaum reconheceu o apoio do PT e PVEM ao seu Plano B de reforma eleitoral após a rejeição da proposta inicial na Câmara dos Deputados. Ela prometeu não ceder na pressão por mudanças eleitorais. O acordo visa cortar orçamentos e privilégios para financiar obras públicas.

A presidente Claudia Sheinbaum reconheceu na segunda-feira, em sua conferência de imprensa matinal, o acordo alcançado com o Partido del Trabajo (PT) e o Partido Verde Ecologista de México (PVEM) para apoiar seu Plano B de reforma eleitoral, após a Câmara dos Deputados rejeitar a proposta presidencial inicial. “Não vamos tirar o dedo da linha; uma reforma eleitoral não pôde passar agora, mas talvez mais tarde”, declarou Sheinbaum durante sua 'mañanera' em 16 de março de 2026, segundo o El Financiero. O acordo, resultado de quatro dias de negociações na Secretaría de Gobernación envolvendo Morena, PT e PVEM, prevê a realocação de orçamentos de congressos locais, do Senado e do número de vereadores (regidores), além de cortar privilégios dos partidos políticos e promover eleições exclusivamente de deputados. Os fundos serão destinados a obras públicas municipais e estaduais, enfatizou o Morena em comunicado. A presidente do Morena, Luisa María Alcalde, chamou-o de “um momento histórico para a democracia de nosso país, pois o sistema eleitoral foi por muito tempo desenhado para proteger privilégios e manter distância entre o povo e o poder”. Karen Castrejón, do PVEM, endossou o Plano B por uma democracia “mais eficiente e menos custosa”, enquanto Alberto Anaya, do PT, o apoiou por preservar “avanços democráticos anteriores”. O líder parlamentar do Morena, Ricardo Monreal, saudou o pacto como “uma vitória política” que prioriza o interesse nacional, previsto para chegar ao Congresso na segunda ou terça-feira. Sheinbaum disse que revelaria datas na terça-feira para revogação de mandato e eleições do Poder Judicial.

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A presidente Claudia Sheinbaum expressou ceticismo sobre o apoio do PT e do PVEM ao seu Plano B de reforma eleitoral, a ser enviado ao Congresso na segunda-feira, 16 de março. Após a rejeição da proposta original na Câmara dos Deputados, o plano visa reduzir privilégios nos congressos locais e permitir consultas populares sobre questões eleitorais. Sheinbaum enfatizou que não vê isso como uma derrota e priorizará a participação cidadã.

Na terça-feira, a Secretária do Interior, Rosa Icela Rodríguez, apresentou a iniciativa de reforma eleitoral do Plano B, de acordo com as instruções da Presidente Claudia Sheinbaum. O objetivo é cortar privilégios e gastos em órgãos eleitorais e governos locais depois que a proposta constitucional original fracassou na Câmara dos Deputados. Ela será enviada ao Senado com o apoio do PT e do PVEM.

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A Câmara dos Deputados do México rejeitou a proposta de reforma eleitoral da presidente Claudia Sheinbaum, com 259 votos a favor e 234 contra, ficando aquém da maioria qualificada necessária. Sheinbaum negou que se tratasse de uma derrota e anunciou um Plano B a ser enviado ao Congresso na próxima segunda-feira, focando em mudanças sem reforma constitucional. A iniciativa visa reduzir privilégios políticos e fortalecer a participação cidadã.

O Senado do México aprovou a reforma eleitoral do Plano B com 87 votos a favor e 41 contra, removendo as mudanças propostas para a revogação do mandato presidencial por meio de uma reserva do Partido del Trabajo (PT). A medida visa reduzir custos e privilégios no Instituto Nacional Eleitoral (INE) e em outros órgãos. A presidente Claudia Sheinbaum celebrou os cortes de privilégios, mas lamentou a omissão da revogação.

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A presidente Claudia Sheinbaum enviou sua iniciativa de reforma eleitoral à Câmara dos Deputados em 4 de março de 2026, apelidada de 'Decálogo para a Democracia', visando alterar 11 artigos constitucionais para cortar custos e reforçar a supervisão. A proposta enfrenta resistência de aliados como o PT e da oposição, que a criticam por tratar de forma inadequada a influência do crime organizado. Sheinbaum mencionou ter um 'Plano B' caso não seja aprovada.

Líderes do Morena, incluindo Luisa María Alcalde e Guillermo Rafael Santiago, negaram especulações sobre preservar o sistema plurinominal atual na reforma eleitoral, afirmando que as mudanças vão fortalecer a representatividade e cortar custos. As negociações continuam na Secretaría de Gobernación, com aliados PT e PVEM. Ricardo Monreal corrigiu sua afirmação inicial de que o assunto estava resolvido.

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A presidente Claudia Sheinbaum apresentou sua proposta de reforma eleitoral em 25 de fevereiro de 2026, visando eliminar as listas plurinominais no Senado e reduzir os custos eleitorais em 25%. A iniciativa, a ser enviada ao Congresso em 2 de março, mantém 500 deputados, mas exige que todos concorram por votos diretos. Conselheiros do INE alertam que mudanças como a eliminação dos conselhos distritais permanentes representam um retrocesso de 45 anos.

 

 

 

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