Despejados de Badalona B9 enfrentam véspera de Natal sob ponte C31 em meio a crise habitacional não resolvida

Uma semana após o despejo ordenado pelo tribunal de cerca de 400 pessoas do antigo instituto B9 de Badalona, aproximadamente 60 indivíduos vulneráveis – principalmente migrantes subsarianos – passarão a véspera de Natal sob a ponte da autoestrada C31. Enquanto o governo catalão realocou 120 para habitações temporárias, 50-60 permanecem ao ar livre em tendas com ajuda dos vizinhos, pois tentativas como o alojamento paroquial de fim de semana falharam e crescem as críticas à resposta da Câmara Municipal.

O despejo de 18 de dezembro do maior assentamento informal de imigrantes da Catalunha, no instituto B9, foi ordenado pelo tribunal a pedido do prefeito Xavier García Albiol (PP), que enfatizou que visava a ocupação ilegal independentemente do histórico dos residentes.

Coordenada pelo governo catalano com Cruz Vermelha e Cáritas, uma operação de emergência abrigou 120 pessoas vulneráveis em instalações temporárias. No entanto, 50-60 outros, acampados sob a ponte C31 desde meados de dezembro, enfrentam exposição prolongada nesta véspera de Natal. Vizinhos fornecem comida, água e cobertores.

Um plano de fim de semana para abrigar 15 na paróquia Mare de Déu de Montserrat em Sant Crist foi bloqueado por dezenas de locais. Como relatado anteriormente, os despejados haviam ocupado o abrigo fechado Can Bofí Vell em meio a chuvas fortes, e as tensões incluíam protestos de vizinhos.

Younnus Dramme, um residente afetado, rejeitou realocações distantes para Girona ou Lleida: « Queremos soluções, não complicações. » A ativista Vicky Columba denunciou a « desumanização » em relação às pessoas negras, citando limites de uma semana para alojamentos de emergência.

A conselheira de Direitos Sociais Mònica Martínez Bravo observou colocações discretas em andamento para vulneráveis identificados. Carles Sagues da Plataforma Sant Roc Som Badalona criticou a ausência de ajuda matinal e as transferências regionais fracassadas.

Albiol chama o conflito de « resolvido ou quase resolvido » por meio de colaboração, mas a oposição o acusa de racismo, com Podem Catalunya e o eurodeputado Jaume Asens apresentando queixas ao Ministério Público por discriminação potencial, ódio e prevaricação. O diretor da Cáritas Catalunha, Eduard Sala, condenou o bloqueio paroquial e pediu empatia.

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