Soledad Andreani, proprietária do Ford Ka supostamente utilizado para transportar o corpo da adolescente, foi presa e levada à sede da Polícia de Córdoba sob a acusação de encobrimento qualificado.
A prisão ocorreu após uma operação policial. Andreani encontra-se agora na sede policial para prestar depoimento. Dois homens já estavam sob custódia: Claudio Barrelier e um amigo. O advogado da mãe de Agostina informou que duas amostras de DNA foram encontradas sob as unhas da vítima. Legisladores de Córdoba solicitaram um júri popular para o promotor do caso e para aquele que libertou Barrelier em 2025, devido a supostas irregularidades.