A justiça de Córdoba decretou na quarta-feira a prisão preventiva de Claudio Barrelier, Osvaldo Fassetta e Soledad Andreani pelo feminicídio de Agostina Vega, de 14 anos. O promotor Raúl Garzón emitiu a decisão, enquanto a situação de um quarto suspeito permanece sem resolução. A mãe da vítima foi aceita como querelante no processo.
O promotor Raúl Garzón denunciou Barrelier por homicídio triplamente qualificado por traição, crueldade e violência de gênero. Fassetta e Andreani enfrentam acusações de encobrimento agravado por ações cometidas após o crime, incluindo a utilização de um Ford Ka para transportar o corpo. O quarto detido, Marianela Palmero, companheira de Barrelier, não recebeu a prisão preventiva por ainda não ter sido interrogada. Ela é acusada de encobrimento duplamente qualificado após a descoberta de mensagens de WhatsApp e sua presença na residência na noite de 23 de maio. Melisa Heredia, mãe de Agostina, foi admitida como querelante e afirmou em entrevista que todo o círculo social de Barrelier está envolvido. Peritos detectaram vestígios de sangue no banheiro da casa no bairro de Cofico, onde o crime ocorreu.