Daniel Passerini reconheceu falhas de controle municipal após ser confirmado que Claudio Barrelier, acusado pelo feminicídio, era funcionário da cidade. A avó da vítima deu detalhes sobre o segundo detido.
O prefeito Daniel Passerini admitiu falhas na estrutura municipal de Córdoba. Ele observou que Claudio Barrelier, acusado do assassinato de Agostina Vega, trabalhava em uma área de trânsito da comuna da capital. Passerini confirmou que solicitou várias demissões após a descoberta das irregularidades. A medida visa revisar os antecedentes dos funcionários depois que o vínculo do acusado com o município se tornou público. Separadamente, a avó de Agostina Vega, identificada como Elizabeth, afirmou que o segundo detido, Osvaldo Fassetta, acompanhou a mãe da adolescente para registrar o desaparecimento. Elizabeth disse que não conhecia Fassetta, amigo de Barrelier que havia falado com a mídia antes de sua prisão.