Alondra María Stephanye Contreras, estudante de nutrição da Universidad Autónoma del Estado de Morelos (UAEM), desaparecida desde 5 de março em Cuautla, foi localizada viva, confirmou a Fiscalía Geral do Estado de Morelos. Seu caso, parte de uma série de ataques a estudantes mulheres — incluindo os feminicídios de Kimberly Joselín e Karol Toledo —, alimentou protestos exigindo maior segurança nos campi.
A Fiscalía Geral do Estado de Morelos anunciou no dia 6 de março que Alondra María Stephanye Contreras, estudante da Faculdade de Nutrição da UAEM, foi encontrada viva após desaparecer no dia anterior em Cuautla. Um alerta de pessoa desaparecida havia sido emitido no mesmo dia. Family, amigos e colegas ampliaram os apelos por sua busca pelas redes sociais. Estudantes da UAEM protestaram em Cuernavaca, bloqueando a Avenida Plan de Ayala, ligando seu desaparecimento a feminicídios recentes: Kimberly Joselín Ramos Beltrán (Faculdade de Contabilidade, corpo encontrado em 2 de março perto do campus de Cuernavaca após desaparecer em 20 de fevereiro) e Karol Toledo Gómez (Escuela de Estudios Superiores de Mazatepec, desaparecida desde 2 de março). Estes incidentes, detalhados em coberturas anteriores, levaram a UAEM a decretar status de 'código vermelho', reforço de segurança e mobilizações generalizadas. Grupos como a Federación de Estudiantes Universitarios de Morelos (FEUM) e coletivos feministas denunciam a fraca segurança no transporte, protocolos demorados e iluminação inadequada em áreas como Chamilpa e Belenes, destacando a vulnerabilidade das estudantes mulheres em seus trajetos.