Ubuntu integra Rust para maior segurança e otimização de IA em 2025

A distribuição Ubuntu da Canonical avançou significativamente em 2025, incorporando a linguagem de programação Rust para reforçar a segurança e confiabilidade em seus componentes principais. Essas atualizações, presentes em lançamentos como Ubuntu 25.10 Questing Quokka, também otimizam o suporte a hardware para IA e arquiteturas diversas. Enquanto o projeto mira sua próxima versão de suporte de longo prazo, essas mudanças posicionam o Ubuntu como uma escolha robusta para desenvolvedores e empresas.

Os desenvolvimentos do Ubuntu em 2025 marcam uma mudança estratégica para maior segurança e desempenho, impulsionada pela adoção do Rust em utilitários chave do sistema. No Ubuntu 25.10, com codinome Questing Quokka, a Canonical substituiu as GNU Coreutils tradicionais por uutils, uma alternativa baseada em Rust projetada para reduzir bugs relacionados à memória comuns em código C antigo. Essa iniciativa visa aprimorar a confiabilidade, embora tenha enfrentado desafios iniciais, incluindo vulnerabilidades de segurança no sudo-rs, a versão em Rust do comando sudo, que exigiu patches rápidos.

Otimizações de hardware formam outro pilar dessas atualizações. O Ubuntu 25.04, conhecido como Plucky Puffin, introduziu suporte mais forte ao ARM64 e recursos de computação confidencial, atraentes para aplicações de edge computing e IoT. Olhando para o Ubuntu 26.04 LTS, apelidado de Resolute Raccoon, a distribuição incorporará o kernel Linux 6.20 —às vezes chamado de 7.0 em desenvolvimento—, que inclui melhorias para GPUs AMD, segurança eBPF e melhor integração com hardware RISC-V e Intel. Essas melhorias suportam cargas de trabalho de IA, modelos de linguagem grandes em dispositivo e processamento eficiente em energia, alinhando-se com tendências em soberania de dados e implantações focadas em privacidade.

Melhorias voltadas ao usuário incluem o envio do Ubuntu 25.10 com GNOME 49, que refina interfaces e compatibilidade com Wayland em sistemas NVIDIA. Ferramentas como devpacks agilizam o desenvolvimento para várias linguagens, enquanto recursos como Livepatch permitem atualizações de segurança contínuas. No entanto, nem todas as variantes ganharão status LTS em 2026; Ubuntu Unity e MATE optaram por sair, focando os recursos da Canonical nas edições principais.

Reações da comunidade, vistas em discussões em plataformas como X, misturam elogios às melhorias de acessibilidade e postura de segurança com apelos por mais testes para resolver falhas de desempenho. Implicações mais amplas afetam o ecossistema de código aberto, onde a integração do Rust no kernel Linux ajuda a mitigar vulnerabilidades. Enquanto a Canonical considera um possível IPO em 2026, esses avanços destacam a evolução do Ubuntu para uma plataforma versátil para desktops, servidores e tecnologias emergentes de IA.

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