Na sétima audiência do julgamento pelo desaparecimento de Loan Peña, Macarena Peña e Catalina testemunharam que um advogado as pressionou para inventar uma versão de acidente.
Durante a audiência de 2 de julho de 2026 perante o Tribunal Oral Federal de Corrientes, Macarena Peña declarou que o advogado José Codazzi entregou 50.000 pesos à sua mãe, Laudelina, e ameaçou com prisões para sustentar a versão do acidente.
Camila Núñez, prima de Loan, descreveu pressões exercidas por indivíduos que se passavam por falsos especialistas, os quais exigiam nomes para incriminar alguém em troca de dinheiro.
Catalina, avó da criança, afirmou que três homens tentaram convencer Laudelina a manter a hipótese de acidente, a qual ela considera falsa, e indicou que Antonio Benítez levou o menino para uma tapera.
O julgamento continua, com retomada prevista para a terça-feira seguinte.