Uma mulher foi formalizada por dois homicídios consumados e um frustrado em um tiroteio em Quilicura, deixando um adolescente tetraplégico. Os fatos ocorreram em 27 de setembro de 2024, em uma praça local, onde dois adultos perderam a vida. O tribunal determinou prisão preventiva devido ao perigo que ela representa para a sociedade.
Em 27 de setembro de 2024, um tiroteio na praça do bairro Raúl Silva Henríquez em Quilicura, Região Metropolitana, deixou três pessoas gravemente feridas. Dois adultos, de 35 e 87 anos, morreram: o homem mais jovem sofreu pelo menos três ferimentos de bala no corpo, enquanto o idoso, inicialmente estável após um ferimento na perna, piorou com o tempo.
Um adolescente de 14 anos ficou tetraplégico por impactos torácicos que danificaram sua coluna vertebral. A mulher acusada foi formalizada pelos promotores da Equipe de Crime Organizado e Homicídios (ECOH) por homicídio qualificado, consumado e frustrado, envolvendo um menor, além de posse ilegal de arma de fogo.
O promotor Javier Carreño observou que os esforços da PDI e da Brigada de Homicídios Centro Norte corroboraram os crimes e garantiram a prisão preventiva. Testemunhas relataram a participação da acusada no tiroteio. O 2º Tribunal de Garantia de Santiago impôs a medida cautelar máxima, citando a ameaça à segurança pública, e fixou um período de investigação de 120 dias.