Doenças Autoimunes
Terapia de duplo transplante da Stanford previne e reverte diabetes tipo 1 em camundongos
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Pesquisadores da Stanford Medicine desenvolveram um transplante combinado de células-tronco hematopoéticas e células de ilhotas pancreáticas que, em camundongos, previne ou cura o diabetes tipo 1 usando tecido de doadores imunologicamente incompatíveis. A abordagem cria um sistema imune híbrido que interrompe ataques autoimunes sem drogas imunossupressoras e depende de ferramentas já em uso clínico, sugerindo que ensaios em humanos podem ser viáveis.
Um estudo em grande escala revela que cerca de uma em cada dez pessoas carrega variantes genéticas que as tornam mais vulneráveis a efeitos graves do vírus Epstein-Barr, que infecta mais de 90 por cento da população. Essas variantes estão ligadas a maior persistência viral e riscos aumentados de doenças autoimunes como esclerose múltipla e lúpus. As descobertas, baseadas em mais de 735.000 genomas, sugerem caminhos para tratamentos e vacinas direcionados.
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O Prêmio Nobel de 2025 em Fisiologia ou Medicina foi concedido a Mary Brunkow, Fred Ramsdell e Shimon Sakaguchi pela descoberta de uma célula imune chave que impede o corpo de se atacar. Seu trabalho revelou células T reguladoras e o papel do gene FOXP3 no controle de respostas autoimunes. Esse avanço abriu novas avenidas para o tratamento de doenças autoimunes e cânceres.