Pesquisa sobre Câncer

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Lab illustration showing forskolin enhancing daunorubicin chemotherapy against aggressive leukemia cells in University of Surrey research.
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Composto natural pode aprimorar quimioterapia para leucemia agressiva

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Pesquisadores ligados à University of Surrey relatam que a forskolina, um composto derivado de plantas, pode desacelerar o crescimento de células de leucemia mieloide aguda KMT2A-rearranjada no laboratório e aumentar sua sensibilidade ao fármaco quimioterápico daunorrubicina. Os achados, de um estudo publicado no British Journal of Pharmacology, sugerem uma possível maneira de tornar os tratamentos existentes mais eficazes, embora mais pesquisas sejam necessárias antes de qualquer alteração na prática clínica.

Cientistas da UBC Okanagan identificaram as enzimas que as plantas usam para produzir mitrafilina, um composto raro com propriedades anticâncer potenciais. Essa descoberta resolve um mistério de longa data e abre caminho para a produção sustentável de tais moléculas. A descoberta destaca o potencial inexplorado das plantas na medicina.

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Cientistas da Universidade RMIT criaram nanopontos minúsculos de óxido de molibdênio que destroem células cancerosas amplificando o seu stress interno, deixando as células saudáveis em grande parte intactas. Em testes laboratoriais, essas partículas mostraram-se três vezes mais eficazes contra células de cancro do colo do útero do que contra células saudáveis. A pesquisa em estágio inicial aponta para um potencial de tratamentos de cancro mais precisos.

Pesquisadores da NYU Langone Health relatam que inibir a proteína FSP1 induz ferroptose e retarda significativamente o adenocarcinoma pulmonar em modelos de camundongos. O estudo, publicado online na Nature em 5 de novembro de 2025, encontrou reduções no crescimento tumoral de até 80% em testes pré-clínicos, de acordo com a instituição.

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Pesquisadores no Brasil identificaram uma molécula no veneno do escorpião amazônico Brotheas amazonicus que mata células de câncer de mama in vitro com efeitos semelhantes ao medicamento de quimioterapia paclitaxel, de acordo com a FAPESP. Testes iniciais indicam que o peptídeo induz principalmente necrose, destacando o potencial dos venenos como fonte de biofarmacêuticos.

Cientistas da Texas A&M University Health Science Center descobriram que o RNA forma centros semelhantes a gotas no carcinoma de células renais por translocação, ativando genes tumorais. Ao desenvolver um interruptor molecular para dissolver esses centros, eles interromperam o crescimento do câncer em modelos de laboratório e camundongos. As descobertas, publicadas na Nature Communications, oferecem uma nova abordagem para tratar esse câncer pediátrico agressivo.

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Pesquisadores do MIT descobriram que o aminoácido cisteína pode aprimorar a capacidade do intestino delgado de se curar. Em experimentos com camundongos, uma dieta rica em cisteína ativou células imunes para promover a regeneração de tecidos após danos por radiação ou quimioterapia. Os achados, publicados na Nature, sugerem estratégias dietéticas potenciais para mitigar efeitos colaterais do tratamento.

 

 

 

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