Síndrome de Fadiga Crônica
Pesquisadores identificaram 259 genes associados à síndrome de fadiga crônica, ou encefalomielite miálgica, na maior análise genética até o momento. Essa descoberta multiplica por seis o número de genes implicados em comparação a um estudo de apenas quatro meses antes. O trabalho sugere caminhos potenciais para novos tratamentos ao mirar fatores genéticos.
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Cientistas da University of East Anglia e Oxford BioDynamics afirmam que um teste de sangue usando genômica 3D identificou encefalomielite miálgica/síndrome de fadiga crônica (ME/SFC) com 96% de precisão em um pequeno estudo retrospectivo publicado no Journal of Translational Medicine. A equipe acrescenta que a abordagem também pode informar o diagnóstico de alguns casos de long Covid, embora seja necessária mais validação.