Correios
Tesouro veta empréstimo de r$ 20 bilhões aos correios por juros altos
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O Tesouro Nacional recusou conceder garantia a um empréstimo de r$ 20 bilhões negociado pelos Correios com um consórcio de bancos, devido à taxa de juros considerada excessiva. A decisão foi comunicada ao presidente da estatal, Emmanoel Rondon, nesta terça-feira, 2 de dezembro de 2025. A companhia agora busca novas negociações para ajustar as condições.
O Conselho Monetário Nacional (CMN) autorizou os Correios a contratarem um empréstimo de até R$ 8 bilhões em 2026, com garantia da União, para financiar seu plano de reestruturação. A medida é um passo inicial, mas ainda depende de aprovações adicionais do Tesouro e de bancos. A empresa busca evitar crises financeiras durante o período eleitoral.
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O governo federal publicou um decreto que permite a estatais em dificuldades, como os Correios, apresentarem planos de reequilíbrio com aportes pontuais da União, evitando a dependência imediata do Tesouro. A medida abre caminho para garantia soberana em um empréstimo de R$ 20 bilhões à empresa. O objetivo é fortalecer a gestão fiscal sem transformar o suporte em subsídio permanente.