Energia Escura

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Um estudo teórico propõe que estrelas massivas em colapso podem formar gravastars em vez de buracos negros, criando universos em miniatura dentro de si mesmas. O modelo oferece a primeira explicação dinâmica de como esses objetos exóticos poderiam surgir a partir de matéria estelar comum.

Reportado por IA

O Dark Energy Spectroscopic Instrument (DESI), localizado no Kitt Peak National Observatory, concluiu seu levantamento do céu de cinco anos antes do prazo, capturando espectros de 47 milhões de galáxias e quasares — seis vezes mais do que todos os levantamentos anteriores combinados — além de 20 milhões de estrelas. Isso cria o mapa 3D de alta resolução do universo mais detalhado até hoje, superando as metas iniciais de 34 milhões de objetos e oferecendo novas perspectivas sobre a estrutura cósmica e um possível enfraquecimento da energia escura.

Astrônomos encontraram evidências de que a energia escura pode estar evoluindo em vez de ser constante, desafiando o modelo cosmológico de longa data de Einstein. Um novo estudo indica que modelos de energia escura variáveis no tempo se ajustam melhor aos dados observacionais, podendo alterar nossa compreensão do destino do universo. Pesquisadores da Universidade de Chicago analisaram dados de grandes levantamentos para apoiar essa ideia.

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