Departamento de Justiça
Trump demite a procuradora-geral Pam Bondi em meio ao escrutínio sobre os arquivos de Epstein, investigações politizadas e controvérsias internacionais
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O presidente Donald Trump removeu a procuradora-geral Pam Bondi de seu cargo no Departamento de Justiça na quinta-feira, 2 de abril, encerrando seu mandato de 14 meses em meio a críticas bipartidárias sobre os arquivos de Jeffrey Epstein, investigações politizadas fracassadas, demissões em massa no DOJ e tensões nas relações com o México. Trump a elogiou no Truth Social como uma "grande patriota" por sua repressão ao crime, nomeando o vice-procurador-geral Todd Blanche como líder interino enquanto circulam especulações sobre sua substituição definitiva.
O presidente Donald Trump pretende nomear Harmeet Dhillon como procuradora-geral associada, após a destituição da procuradora-geral Pam Bondi. Dhillon, atualmente chefe da Divisão de Direitos Civis do Departamento de Justiça (DOJ), assumiria o cargo após a renúncia de Stanley Woodward no sábado. A mudança ocorre em meio a uma reformulação mais ampla no Departamento de Justiça.
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O Departamento de Justiça dos EUA revelou seu último lote de documentos relacionados a Jeffrey Epstein, totalizando cerca de 3,5 milhões de páginas. Esses arquivos, liberados sob a Lei de Transparência dos Arquivos Epstein de 19 de novembro de 2025, destacam conexões entre o criminoso sexual condenado e figuras proeminentes do Vale do Silício. O bilionário Peter Thiel aparece mais de 2.200 vezes na liberação mais recente.