Guarda Civil
Dois agentes da Guardia Civil morrem em colisão de barcos na costa de Huelva
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Dois agentes da Guardia Civil morreram na manhã de sexta-feira após suas lanchas de patrulha colidirem durante uma perseguição a uma narcolancha a cerca de 80 milhas náuticas da costa de Huelva. Outros dois agentes ficaram feridos. Os principais partidos suspenderam seus eventos de campanha eleitoral.
Comandantes especializados da Guardia Civil refutaram a versão do ministro do Interior, Fernando Grande-Marlaska, sobre a morte de dois agentes no mar entre Huelva e Cádiz. Eles afirmam que a colisão da lancha de patrulha não foi acidental, mas sim causada por uma manobra calculada da embarcação dos traficantes.
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Em uma atualização sobre a enorme apreensão de cocaína no cargueiro Arconian relatada em 4 de maio, a Guardia Civil da Espanha vinculou a carga recorde à Mocro Maffia, baseada na Holanda, e ao fugitivo holandês Joseph Johannes Leijdekkers, conhecido como Jos El Gordito, que acredita-se estar orquestrando as operações a partir de Serra Leoa.
A Guarda Civil espanhola libertou uma mulher de 50 anos mantida cativa durante uma semana na sua própria casa em Alhama de Murcia. Dois jovens e um menor foram detidos por suspeita de detenção ilegal, lesões e crimes contra a saúde pública. A vítima foi encontrada em estado de desnutrição grave e com sinais de abusos sérios.