A diretora-geral da Guardia Civil compareceu nesta terça-feira perante a Comissão de Interior do Senado para rejeitar qualquer envolvimento em supostas tramas contra a UCO ou influência de Leire Díez.
Mercedes González reiterou várias vezes que "nunca, em momento algum" participou de campanhas de difamação ou tomou medidas contra agentes da Guardia Civil. Ela afirmou que seus contatos com Leire Díez se limitaram a dois cafés informais onde não foram discutidos assuntos relacionados à corporação.
A testemunha explicou a abertura de três inquéritos internos sobre vazamentos que afetaram a UCO, todos encerrados sem consequências para os agentes. Ela enfatizou que essas foram ações administrativas de rotina dentro da instituição.
O PP e o Vox exigiram sua renúncia imediata, citando contradições com relatórios da UCO. González rejeitou as acusações e insistiu que nem ela nem o Ministro do Interior, Fernando Grande-Marlaska, mentiram.