Teresa Peramato compareceu na sexta-feira à Comissão de Justiça do Senado e se recusou a fornecer mais detalhes sobre as reuniões entre Leire Díez e funcionários da promotoria.
A procuradora-geral do Estado, Teresa Peramato, nomeada após seu antecessor Álvaro García Ortiz ter sido condenado, defendeu a independência da instituição. Ela afirmou que informações já haviam sido fornecidas ao juiz sobre as reuniões realizadas entre janeiro e junho de 2025.
Peramato rejeitou as acusações de que a promotoria faria parte de um esquema criminoso. Ela disse que tais insinuações desrespeitam os 2.804 promotores que atuam com rigor e imparcialidade.
A testemunha negou ter emitido instruções nos casos Leire, Koldo ou Plus Ultra. Ela também defendeu sua política de nomeações baseada em mérito e capacidade, apesar das críticas do PP e do Vox sobre supostos expurgos.
Senadores da oposição questionaram seu silêncio sobre as visitas de Leire Díez e buscaram esclarecimentos sobre a defesa de García Ortiz perante o Tribunal Constitucional.