Hipertensão
Estudo associa neurônios da região "parafacial lateral" do tronco cerebral a uma forma de hipertensão em ratos
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Pesquisadores que trabalham com a Universidade de Auckland e a Universidade de São Paulo relatam que neurônios na região parafacial lateral (pFL) do bulbo — mais conhecida por ajudar a impulsionar exalações forçadas — também amplificam a atividade nervosa simpática e podem elevar a pressão arterial em um modelo animal de hipertensão neurogênica. A inibição desses neurônios reduziu a pressão arterial para níveis normais em ratos hipertensos, conforme descobertas publicadas na Circulation Research.
Um novo estudo genético indica que a obesidade e a pressão alta contribuem diretamente para a demência, além de apenas aumentar seu risco. Pesquisadores da Dinamarca e do Reino Unido usaram métodos avançados para estabelecer essa ligação causal, enfatizando a prevenção por meio do controle de peso e pressão arterial. Os achados sugerem que intervenções precoces poderiam evitar demência relacionada a problemas vasculares.
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Um novo estudo da Weill Cornell Medicine revela que a hipertensão começa a prejudicar o cérebro precocemente, afetando vasos sanguíneos, neurônios e substância branca antes do aumento da pressão arterial. Essas mudanças, observadas em camundongos, podem explicar a ligação entre hipertensão e distúrbios cognitivos como Alzheimer. A pesquisa, publicada em 14 de novembro na Neuron, sugere benefícios potenciais de medicamentos como losartana.