Herança
Justiça confirma processamentos no caso das marcas de Maradona
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A Câmara Criminal manteve os processamentos de Matías Morla e das irmãs Ana e Rita Maradona no caso de suposta apropriação ilegal das marcas do falecido futebolista Diego Armando Maradona. A decisão rejeitou recursos da defesa e aponta irregularidades na Sattvica S.A. Dalma Maradona expressou dor ao ver suas tias do outro lado do processo.
O ex-vice-presidente Rigathi Gachagua rejeitou as alegações de que herdou irregularmente a fortuna de seu falecido irmão, Nderitu Gachagua, insistindo que o processo foi legal e sancionado pelo tribunal há oito anos. A família do falecido governador de Nyeri enviou uma petição ao presidente William Ruto em 23 de março, alegando fraude e falsificação. Gachagua descreveu a disputa renovada como sendo motivada por questões políticas.
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Uma prima de Suzane von Richthofen registrou um boletim de ocorrência acusando-a de tomar posse indevida de bens do tio falecido, Miguel Abdalla Neto. O caso ocorre em meio a uma disputa pela herança estimada em R$ 5 milhões. Suzane, condenada pelo assassinato dos pais, está em regime aberto e pode enfrentar regressão de pena.
Uma mulher divorciada está chateada porque a segunda esposa do ex-marido pode se beneficiar da herança de $1 milhão dos pais dele. Ela argumenta que a nova esposa é gananciosa e não deveria receber nenhuma parte da herança. O colunista de conselhos financeiros Quentin Fottrell aborda a justiça da situação.
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Um leitor herdou US$ 600.000 em ações da Apple de sua mãe, o que representa metade de sua carteira de US$ 1,2 milhão. Ele se pergunta se manter essa posição concentrada sem diversificar é imprudente. Especialistas financeiros aconselham cautela para mitigar riscos.