Ditadura Militar
Ato inter-religioso homenageia Vladimir Herzog 50 anos após sua morte
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Em 25 de outubro de 2025, fiéis e autoridades lotaram a Catedral da Sé, em São Paulo, para um ato inter-religioso em memória de Vladimir Herzog, jornalista assassinado pela ditadura militar há 50 anos. O evento recriou a missa ecumênica de 1975 e destacou a resistência contra o autoritarismo. Participantes clamaram por 'sem anistia' e cantaram hinos da redemocratização.
A Câmara dos Deputados aprovou nesta segunda-feira (2) o projeto que cria o crime hediondo de desaparecimento forçado de pessoas, cometido por agentes do Estado. O texto, que segue para o Senado, prevê penas de 10 a 20 anos de reclusão e é considerado permanente até o paradeiro da vítima ser descoberto. Parlamentares debateram se a lei poderia afetar casos da ditadura militar, mas o relator afirmou que não retroage.
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O senador Flávio Bolsonaro criticou o regime carcerário imposto a seu pai, Jair Bolsonaro, questionando até quando o ministro Alexandre de Moraes terá autoridade para praticar o que ele chama de tortura. Em coluna, o jornalista Elio Gaspari rebateu a acusação, afirmando que Flávio não entende o conceito de tortura e sugerindo que consulte sobreviventes do DOI durante a ditadura militar. No mesmo texto, Gaspari menciona um desfile de Jair Bolsonaro em Brasília como uma mera encenação.