Ditadura Militar
Ato inter-religioso homenageia Vladimir Herzog 50 anos após sua morte
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Em 25 de outubro de 2025, fiéis e autoridades lotaram a Catedral da Sé, em São Paulo, para um ato inter-religioso em memória de Vladimir Herzog, jornalista assassinado pela ditadura militar há 50 anos. O evento recriou a missa ecumênica de 1975 e destacou a resistência contra o autoritarismo. Participantes clamaram por 'sem anistia' e cantaram hinos da redemocratização.
O senador Flávio Bolsonaro criticou o regime carcerário imposto a seu pai, Jair Bolsonaro, questionando até quando o ministro Alexandre de Moraes terá autoridade para praticar o que ele chama de tortura. Em coluna, o jornalista Elio Gaspari rebateu a acusação, afirmando que Flávio não entende o conceito de tortura e sugerindo que consulte sobreviventes do DOI durante a ditadura militar. No mesmo texto, Gaspari menciona um desfile de Jair Bolsonaro em Brasília como uma mera encenação.
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Jair Renan, filho mais novo do ex-presidente Jair Bolsonaro, completou um ano como vereador em Balneário Camboriú, Santa Catarina, com presença em 90% das sessões, mas pouca participação nos debates. Suas intervenções ecoaram retórica bolsonarista, incluindo críticas à vacinação infantil e defesa de símbolos nacionais. Tensões surgiram com colegas, especialmente em pautas sobre democracia e ditadura militar.