Trabalhadores
Greve de ônibus em São Paulo termina após acordo com prefeito
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A paralisação surpresa de motoristas e cobradores de ônibus em São Paulo, que afetou 3,3 milhões de passageiros na tarde de 9 de dezembro de 2025, foi suspensa após reunião com o prefeito Ricardo Nunes. As empresas se comprometeram a pagar o 13º salário no dia 12, sob pena de rescisão de contratos. O caos incluiu terminais vazios, metrôs lotados e recorde de congestionamento na cidade.
O secretário-geral da Central Organisation of Trade Unions (Cotu), Francis Atwoli, instou o governo queniano a rever e aumentar prontamente o salário mínimo dos trabalhadores em seu discurso de Ano Novo. Ele destacou a necessidade premente de elevar o salário mínimo estatutário, que varia conforme a localização e a categoria profissional. Atwoli também apelou aos empregadores do setor privado para criar um ambiente favorável às negociações de Acordos de Negociação Coletiva (CBA).
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Após o decreto de 30 de dezembro do presidente Gustavo Petro de um aumento de 23 % no salário mínimo para 2026, o debate se intensifica entre trabalhadores que celebram o alívio e empresas que temem perdas de empregos e custos. Sem acordo prévio entre as partes interessadas, o foco muda para a implementação e mitigação de riscos como inflação e informalidade.