Matías Tabar compareceu perante o promotor Gerardo Pollicita na sexta-feira e entregou faturas, notas de entrega e capturas de tela de conversas referentes a reformas na casa de Manuel Adorni no condomínio Indio Cuá.
Tabar ampliou espontaneamente seu depoimento no suposto caso de enriquecimento ilícito que investiga o chefe de gabinete. Ele confirmou que o custo total da reforma atingiu US$ 245.000, um aumento em relação ao orçamento inicial de US$ 94.000 devido a obras adicionais.
O empreiteiro reiterou que parte dos pagamentos foi feita em dólares em espécie, uma prática comum no setor de construção. Seus honorários pessoais totalizaram cerca de US$ 20.000 e ele atuou como intermediário entre Adorni e os responsáveis pelo projeto.
O sistema judiciário agora analisará os documentos apresentados para verificar se eles correspondem à capacidade financeira declarada do funcionário. O caso continua a gerar tensão política enquanto o partido governista apoia publicamente Adorni.