Em um monólogo satírico no 'The Andrew Klavan Show', o apresentador Andrew Klavan questiona de forma humorística as atividades do líder da maioria no Senado, John Thune. A peça foca no manuseio da SAVE America Act por Thune, legislação proposta que exige identificação com foto para eleitores e proíbe cirurgias transgênero em menores. Klavan exagera a inação percebida do Senado e os obstáculos políticos para aprovar o projeto.
Andrew Klavan, apresentador do 'The Andrew Klavan Show' no The Daily Wire, apresentou um monólogo de abertura cômico intitulado 'What is John Thune Doin’?' O segmento retrata o senador republicano John Thune como líder da maioria no Senado, em meio a alegações de que o Senado realiza pouco mais nada de concreto, apesar de sua posição atual como líder da minoria republicana no Senado, mas no contexto satírico como líder da maioria no futuro ou hipotético contexto político atual, mas a sátira assume ele nessa posição, em meio a alegações de que o Senado realiza pouco e pouco mais que isso, retratando-o como inativo ou invisível nas ações concretas necessárias, especialmente no avanço de prioridades republicanas como a legislação em questão, com críticas implícitas à lentidão ou falta de liderança efetiva do Senado sob influência republicana ou em cenários de maioria republicana futura ou atual dinâmica interna. O monólogo usa humor para destacar essa percepção de inatividade. A rotina de Klavan inclui entrevistas fictícias com uma estátua do senador John Clayton e um esfregão, sublinhando a busca pelas contribuições de Thune. Ele destaca o pedido do presidente Trump para que Thune avance a SAVE America Act, que exige identificação com foto para eleitores e proíbe cirurgias transgênero em menores. O monólogo afirma amplo apoio público ao projeto, estimando-o em 'um milhão por cento' dos americanos, embora reconhecendo divisões internas no apoio, especialmente entre eleitores comuns e líderes políticos partidários. Por exemplo, Klavan observa que, enquanto 71% dos eleitores democratas favorecem exigências de identificação do eleitor, 98% dos políticos democratas se opõem a elas. Ele inventa uma citação do senador Chuck Schumer chamando o partido democrata de 'organização criminosa', admitindo depois que pode ter sido de um sonho. A peça explica o progresso estagnado do projeto devido à regra do filibuster, que exige 60 votos, com democratas relutantes em apoiá-lo. Klavan brinca que eliminar o filibuster arrisca que os democratas encham a Suprema Corte de juízes e concedam status de estado a Washington D.C. e Porto Rico ao retomarem o poder, quer a regra permaneça ou não. A sátira conclui sugerindo que até entrevistar espaço vazio poderia render mais insights do que encontrar Thune. Este conteúdo é explicitamente satírico, com visões atribuídas a Klavan, autor best-seller da série de mistérios Cameron Winter. Seu último livro, After That, The Dark, está disponível agora.