A Developer Academy da Apple em Detroit formou centenas em desenvolvimento de apps para iPhone a um custo de US$ 20.000 por aluno, financiado pela empresa, contribuintes de Michigan e uma família local rica. Lançada como parte de uma iniciativa de US$ 200 milhões após protestos do Black Lives Matter, o programa busca impulsionar oportunidades para pessoas de cor na maior cidade pobre dos EUA. No entanto, nem todos os formados conseguem empregos de programação imediatamente.
A Apple Developer Academy em Detroit representa um investimento significativo em educação tecnológica em meio a esforços para combater a desigualdade. Há dois anos, participantes como Lizmary Fernandez, que buscava uma carreira como advogada de imigração, se inscreveram no curso gratuito para aprender desenvolvimento de apps para iPhone. A academia, parte do compromisso mais amplo da Apple de US$ 200 milhões em resposta aos protestos do Black Lives Matter, visa expandir oportunidades para pessoas de cor em Detroit, identificada como a maior cidade pobre da nação.
O financiamento do programa, totalizando cerca de US$ 30 milhões, veio da Apple, contribuintes de Michigan e uma das famílias mais ricas de Detroit. Isso permitiu o treinamento de centenas de indivíduos em habilidades de software essenciais para criar apps para iPhone. Apesar dos recursos substanciais, os resultados variam: embora a iniciativa vise fomentar o crescimento de carreira de longo prazo nos setores de educação superior e tecnologia, nem todo formador transita diretamente para posições de codificação.
A estrutura do programa destaca o impulso da Apple para parcerias educacionais, combinando recursos corporativos com apoio público e privado para enfrentar desafios econômicos urbanos. Palavras-chave associadas ao esforço incluem Apple, apps, iPhone, educação superior, software e Detroit, sublinhando seu foco na acessibilidade tecnológica em comunidades carentes.