A Nigéria possui mais de 520 línguas indígenas, sem uma única língua «nigeriana», o que gera desafios variados para os aprendizes. Línguas principais como hausa, ioruba e igbo apresentam dificuldades moderadas para falantes de inglês devido a sistemas tonais e dialetos, enquanto o pidgin nigeriano oferece uma entrada mais fácil. Especialistas destacam que o sucesso depende de imersão e recursos, não da complexidade inerente.
A diversidade linguística da Nigéria inclui mais de 520 línguas indígenas, entre as quais as proeminentes hausa, ioruba e igbo, ao lado do Nigerian Pidgin English como criolo unificador falado por cerca de 75 milhões como segunda língua. A noção de uma única língua «nigeriana» é um equívoco, pois cada língua carrega complexidades únicas moldadas por fatores culturais e históricos.
Para falantes de inglês, essas línguas caem na Categoria III do U.S. Foreign Service Institute, exigindo cerca de 1.100 horas para proficiência — menos exigente que línguas da Categoria IV como árabe ou mandarim, que precisam de 2.200 horas. O ioruba desafia os aprendizes com seu sistema de três tons, onde a altura altera completamente o significado; um expatriado britânico uma vez insultou por engano seu senhorio ao pronunciar mal uma saudação. O hausa, usando um alfabeto latino modificado e incorporando palavras árabes, é ligeiramente mais acessível, apoiado por currículos do Nigerian Educational Research and Development Council. Os dialetos do igbo variam regionalmente, complicando a padronização.
O pidgin nigeriano, misturando vocabulário inglês com gramática africana, permite habilidades conversacionais rápidas, tornando-o ideal para comunicação inter-regional de Lagos a Kano. Entre línguas africanas, opções da África Ocidental como ioruba incorporam hierarquias culturais, enquanto línguas koissã do sul como !Xóõ possuem até 160 fonemas, incluindo cliques, classificando-as entre as mais difíceis do mundo.
Estratégias práticas incluem começar com pidgin, imersão em mídias como filmes Nollywood e contratar tutores por ₦3.000-₦8.000 por hora. O governo promove 57 ortografias padronizadas para auxiliar na preservação. No final das contas, motivação e prática diária, como 90 minutos de rotinas de exposição, superam as dificuldades percebidas, permitindo que expatriados se envolvam profundamente com o patrimônio da Nigéria.