A AT&T México registrou uma desaceleração de 3,11% nas adições líquidas de clientes pré-pagos no primeiro trimestre de 2026, atribuída ao processo obrigatório de cadastro de linhas móveis iniciado pela CRT em 9 de janeiro. Apesar disso, a receita cresceu 20,8%, para US$ 1,173 bilhão, e o EBITDA aumentou 14%, atingindo US$ 220 milhões.
A AT&T México, liderada por Mónica Aspe Bernal, registrou 16.835 adições líquidas no seu segmento pré-pago entre janeiro e março de 2026, uma queda em relação às 17.376 registradas no mesmo período de 2025. A empresa atribuiu a queda ao processo obrigatório de vinculação de linhas móveis imposto pela Comisión Reguladora de Telecomunicaciones (CRT) desde 9 de janeiro.
"No pré-pago, houve uma queda esperada devido ao processo de vinculação de linhas (...) no pós-pago, o crescimento foi de 18,2% em relação ao ano anterior, atingindo mais de 7 milhões de clientes", informou a empresa aos seus acionistas.
Apesar da queda no pré-pago, os resultados financeiros foram sólidos. As receitas no México cresceram 20,8%, para US$ 1,173 bilhão, e o EBITDA atingiu US$ 220 milhões, um aumento de 14% em relação ao primeiro trimestre de 2025. Isso estende uma sequência de 29 trimestres consecutivos de crescimento no fluxo de caixa operacional.
"No primeiro trimestre de 2026, registramos um desempenho financeiro sólido, impulsionado por uma execução disciplinada e operações cada vez mais eficientes", afirmou Mónica Aspe. Ela destacou o foco na lucratividade e em investimentos estratégicos para aprimorar a experiência do cliente.