A XVIII edição dos Prêmios Fronteiras do Conhecimento da Fundação BBVA ocorreu ontem em Bilbao, homenageando dez indivíduos e duas instituições por suas contribuições em diversas áreas científicas.
Mais de mil pessoas compareceram à cerimônia no Palacio Euskalduna. O presidente da Fundação BBVA, Carlos Torres Vila, enfatizou «a curiosidade sobre o conformismo, o rigor sobre a simplificação, as evidências sobre o preconceito, a cooperação sobre a fragmentação e a criatividade como uma força capaz de abrir novas possibilidades para o futuro». A presidente do CSIC, Eloísa del Pino, clamou pela «necessidade de proteger a liberdade de ser curioso». Entre os premiados, Pablo Jarillo-Herrero e Allan MacDonald receberam o prêmio em Ciências Básicas por seu trabalho com o grafeno de ângulo mágico. Carl June e Michel Sadelain foram reconhecidos em Biomedicina pelas terapias CAR-T. Vincent Rijmen e Joan Daemen venceram em Tecnologias da Informação e Comunicação pelo algoritmo Rijndael. Carl Wunsch foi homenageado em Mudanças Climáticas e Ciências Ambientais por sua pesquisa oceânica. Nancy Cartwright recebeu o prêmio em Humanidades, enquanto o Institute for Social Research da Universidade de Michigan e o NORC da Universidade de Chicago foram reconhecidos por suas infraestruturas de dados sociais. Charles Manski foi premiado em Economia, Finanças e Gestão, e Unsuk Chin em Música e Ópera.