Patricia Bullrich defendeu o porta-voz presidencial Manuel Adorni na sexta-feira durante seu discurso na Bolsa de Valores de Córdoba. Ela afirmou que ele está 'muito afetado' pelo escândalo e que Javier Milei decidiu mantê-lo no cargo. Ela pediu para não haver pré-julgamentos e que a resolução seja deixada para os tribunais.
Patricia Bullrich, líder do bloco libertário, falou na sexta-feira, 10 de abril, em um evento na Bolsa de Valores de Córdoba, onde defendeu novamente o porta-voz presidencial Manuel Adorni em meio ao escândalo que o envolve. Bullrich disse que Adorni está “muito afetado” pessoalmente e em sua família, mas esclareceu que “o Presidente tomou uma decisão: manter Adorni em seu cargo”. Ela refletiu que Adorni é novo na política, vindo do setor privado, e enfatizou: “Deixem a Justiça falar; enquanto isso [...] não acusem, deixem a Justiça fazer esse trabalho”. A ex-ministra afirmou que não cabe a eles determinar a culpa, já que o caso está sob análise judicial. “Não queremos quebrar o princípio da inocência de ninguém”, disse ela, segundo relatos. Ela acrescentou que qualquer afastamento é uma decisão entre Adorni e Milei, e o governo manterá seu princípio de não declarar culpa sem uma sentença judicial. Bullrich também discutiu sua relação com Mauricio Macri, a quem respeita como ex-presidente, apesar de não vê-lo recentemente, e pediu unidade antes das eleições de 2027. Ela descreveu seus laços com Victoria Villarruel como institucionais, focados na aprovação de leis para o país.