Campanha contra estrangeiros esconde objetivos de supervisão nuclear e de ONGs

O grupo South Africans for Constitutional Reform arrecadou mais de R$ 500 mil ao basear sua petição em prioridades dos cidadãos em detrimento de estrangeiros. Sua fundadora, Princy Mthombeni, revelou posteriormente que as motivações principais estavam ligadas à política energética e à regulação de ONGs.

O grupo coletou mais de 30 mil assinaturas desde maio de 2025 e lançou uma campanha de financiamento coletivo em maio de 2026. Mthombeni, que atua como oficial de relações com as partes interessadas na South African Nuclear Energy Corporation desde 2007, afirmou em uma entrevista em junho de 2026 que seu interesse inicial era na seção de energia da Constituição.

A petição da SACR inclui uma proposta para a supervisão estatal de ONGs e organizações sem fins lucrativos, visando alinhá-las ao desenvolvimento nacional. Isso ocorre após a longa defesa de Mthombeni por um acordo nuclear de 2017 com a Rússia, que foi anulado pelo Tribunal Superior de Western Cape após contestações de grupos ambientais.

Doadores na plataforma BackaBuddy citaram com frequência mensagens como “África do Sul para os sul-africanos”. A campanha ainda não solicitou o repasse dos fundos arrecadados.

O Comitê Conjunto de Revisão Constitucional do Parlamento recebeu 1.400 submissões, a maioria das quais foi descartada. Pareceres jurídicos indicaram que propostas para limitar direitos apenas aos cidadãos entrariam em conflito com a jurisprudência constitucional vigente.

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