Gestala, uma nova entrante no setor em expansão de interfaces cérebro-computador da China, visa conectar-se ao cérebro usando tecnologia de ultrassom sem necessidade de implantes. Essa abordagem destaca a mudança da indústria para métodos menos invasivos. A empresa surge em meio ao rápido crescimento da inovação biotecnológica chinesa.
A indústria de interfaces cérebro-computador (BCI) da China está experimentando uma expansão rápida, com numerosas empresas explorando maneiras de ligar a cognição humana a máquinas. A mais recente adição é a Gestala, uma startup focada em técnicas não invasivas para contornar os riscos associados a implantes cirúrgicos. A Gestala planeja empregar tecnologia de ultrassom para acesso ao cérebro, oferecendo uma alternativa mais segura aos métodos invasivos tradicionais. Esse desenvolvimento ressalta a proeminência crescente da China em biotecnologia e ciência, onde empresas competem para inovar em interfaces neurais. Como detalhado em um artigo da WIRED publicado em 29 de janeiro de 2026, a Gestala representa o ímpeto crescente no setor. O crescimento da indústria reflete investimentos mais amplos em tecnologias avançadas, que podem transformar campos como medicina e computação. Embora detalhes sobre a linha do tempo ou protótipos da Gestala permaneçam limitados, sua estratégia baseada em ultrassom a posiciona como um jogador chave nos avanços de BCI não invasivos.