Peso colombiano lidera revalorização regional após eleições

O peso colombiano se tornou a moeda emergente que mais se revalorizou em relação ao dólar após os resultados das eleições legislativas, impulsionado por expectativas de um equilíbrio político amigável aos mercados. O dólar americano fechou a $3.745, queda de $50.55 em relação à TRM. Analistas atribuem esse movimento à surpresa positiva dos investidores com o sucesso da Consulta por Colombia e um Congresso dividido.

Os resultados das eleições legislativas na Colômbia tiveram um impacto imediato nos mercados financeiros, com o peso colombiano se destacando como a moeda emergente que mais se fortaleceu em relação ao dólar. O dólar americano registrou uma queda durante o dia, fechando a $3.745, representando um declínio de $50.55 em relação à Taxa Representativa do Mercado (TRM) de $3.795.55. O preço mínimo foi $3.728.50 e o máximo $3.780, com 1.877 transações no valor de até US$1.311 milhão.  nnEste comportamento responde principalmente a fatores locais e internacionais. Nacionalmente, os investidores reagiram positivamente ao sucesso da La Consulta por Colombia, vista como uma coalizão de oposição, e ao equilíbrio no Congresso, reduzindo riscos de concentração de poder. “O fator eleição na abertura mostrou uma surpresa positiva para os investidores com votos para o candidato em destaque na consulta de centro-direita”, disse Gregorio Gandini, analista de mercados financeiros.  nnAlejandro Sánchez, analista de ações da Aval Casa de Bolsa, explicou: “O peso colombiano está operando ligeiramente contrário ao dólar no mundo porque o mercado está reagindo aos resultados das eleições de ontem, nos quais a La Consulta por Colombia teve votos suficientes para ser considerada um sucesso. Além disso, o Congresso está dividido, mostrando um equilíbrio de poder equilibrado independentemente de quem vencer a presidência. Esses dois fatos são considerados positivos para os investidores”.  nnNo front internacional, a alta nos preços do petróleo, impulsionada pelo conflito no Oriente Médio e pelo fechamento do Estreito de Ormuz, contribuiu para a volatilidade do dólar. Juan Pablo Vieira, CEO da JP Tactical Trading, observou: “Após as eleições recentes, a vitória de uma coalizão de centro-direita no Congresso foi interpretada como um sinal de maior equilíbrio institucional, gerando otimismo entre os investidores e melhorando as expectativas de estabilidade econômica”.  nnA revalorização do peso superou 1%, colocando-o à frente do won sul-coreano, rublo russo e real brasileiro. No entanto, especialistas como David Cubides, economista-chefe do Banco de Occidente, alertam para volatilidade futura: “A taxa de câmbio deve mostrar pressão altista em meio a uma volatilidade externa significativa, embora o petróleo elevado signifique mais renda para a Colômbia”. A inflação subjacente nacional subiu para 6,08% este mês, com alimentos e educação como principais impulsionadores.

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