O Congresso dos Sindicatos Sul-Africanos e aliados marcharam na Cidade do Cabo e em Mpumalanga nesta quinta-feira para exigir uma intervenção devido ao aumento do custo de vida.
A COSATU, o Partido Comunista Sul-Africano, a Organização Cívica Nacional Sul-Africana e o Congresso Nacional Africano marcharam até a prefeitura da Cidade do Cabo e ao Parlamento. Os participantes destacaram o aumento dos preços da água, eletricidade, alimentos e combustíveis. O membro do Comitê Central do SACP, Barry Mitchell, afirmou que a maioria das famílias trabalhadoras não consegue sobreviver de um mês para o outro devido aos altos custos com alimentação e transporte. Ele apelou pela criação de cooperativas agrícolas para aliviar a carga. Em Mpumalanga, o vice-presidente da COSATU, Mike Shingange, discursou em uma manifestação no Matsamo Mall, em Jeppes Reef. Ele instou os empregadores e o governo a aplicarem o salário mínimo nacional e oferecerem alívio das dívidas. A vice-ministra do Emprego e Trabalho, Judith Nemadzinga-Tshabalala, recebeu um memorando em frente ao Parlamento. Ela reconheceu os desafios do aumento do custo de vida, do desemprego, da pobreza e da desigualdade.