Policial federal dispara 14 tiros em Villa Crespo e fere vizinho

O sargento da Polícia Federal Cristian Brítez disparou 14 tiros sem motivo aparente no bairro de Villa Crespo, em Buenos Aires, ferindo um transeunte na perna. O incidente ocorreu na madrugada de 20 de janeiro na interseção das ruas Fitz Roy e Muñecas, e o policial foi preso após teste dermotest positivo. Uma testemunha descreveu como o agente o perseguiu atirando com arma descarregada.

O sargento Cristian Antonio Brítez, 34 anos, da Polícia Federal Argentina, saiu de seu Volkswagen preto sem identificação na esquina das ruas Fitz Roy e Muñecas, em Villa Crespo, por volta das 6h de terça-feira, 20 de janeiro. Sem motivo aparente, ele disparou 14 tiros de sua pistola 9mm Pietro Beretta, ferindo na perna esquerda um funcionário de uma empresa de alimentos que estava próximo. A vítima, fora de perigo porque a bala atravessou o corpo, foi levada por ambulância do SAME ao Hospital Durand. Um vídeo do incidente viralizou nas redes sociais, mostrando o policial à paisana correndo e atirando repetidamente mesmo com a arma vazia. Brítez gritou “Sou soldado” durante o episódio, segundo testemunhas. Um vizinho chamado Maximiliano, colega de trabalho do ferido, relatou seu encontro aterrorizante: “Ele atirou seco em mim quatro ou cinco vezes. Eu me salvei porque ele não tinha mais balas; tive um poder superior me protegendo. Ele continuou me procurando; consegui correr e me esconder atrás de um carro.” Maximiliano descia de um ônibus a caminho do trabalho quando Brítez o ameaçou sem motivo. Policiais da Comissaria do Bairro 15B e da Polícia Federal chegaram após ligação para o 911. Brítez, designado para a segurança do trem Belgrano Sur e da Comissaria Belgrano Sur, foi contido e detido. Sua arma e 14 estojos de cartuchos deflagrados foram apreendidos. O dermotest deu positivo para resíduos de tiro, mas não foi realizado teste de alcoolemia. Em seu primeiro depoimento, Brítez disse: “Eu saí com amigos.” O caso é conduzido pela Unidade de Flagrância Norte, que determinou sua prisão imediata. As autoridades investigam se ele estava sob efeito de álcool ou drogas. O incidente levanta preocupações sobre o comportamento de um policial em serviço, embora Brítez estivesse à paisana. Não há detalhes disponíveis sobre sua saúde antes do episódio.

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